sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Praia das Pedrinhas, Beleza, Encanto e Lazer do Povo Gonçalense.

A localização histórica em São Gonçalo, do Porto das Pedrinhas, que outrora desde o século XVI já despontava como Porto de escoamento de víveres em faluas e outras embarcações da época, para a cidade do Rio de Janeiro, representando deste remoto tempo importante papel no ciclo econômico brasileiro em período colonial. O ciclo do Pau Brasil foi importante nesta região que se denominava Ibirapitanga. 

Hoje a Praia das Pedrinhas é importante polo gastronômico, motivo para reuniões de amigos, que desfrutam horas de lazer, com uma paisagem característica e deslumbrante. (Fonte: História e Curiosidades de São Gonçalo)

A Praia das Pedrinhas fica às margens da Baía de Guanabara  e oferece uma das vistas mais belas do município. A praia possui uma colônia de pescadores bem organizada, com inúmeros barcos de pesca, que anualmente realizam a Procissão Marítima de São Pedro. Próximo ao dia 29 de junho, há missa e desfile de barcos com a imagem de São Pedro. Na praia também é realizada a Festa de Iemanjá, todo dia 2 de fevereiro, quando as oferendas em homenagem à Rainha do Mar são levadas em barquinhos. 
Também é possível alugar barcos para a realização de passeios.

Embora as condições de balneabilidade de suas águas sejam impróprias, com o Pacto de
Saneamento do Governo do Estado através do Plano Guanabara Limpa que reúne 12 iniciativas do Governo do Estado para a recuperação ambiental da Baía de Guanabara – tendo como carro-chefe o Programa de Saneamento dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara (Psam), existe a esperança da recuperação da qualidade de suas águas.

A meta de sanear 80% da Baía de Guanabara até 2016 faz parte dos compromissos olímpicos assumidos pelo Governo do Estado com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para a realização das Olimpíadas do Rio. (Fonte: Secretaria de Estado do Ambiente - SEA)

Alcançando este objetivo, a Praia das Pedrinhas tem tudo para ser um ponto forte de Turismo da cidade de São Gonçalo.

Cito aqui as Considerações Finais de um artigo apresentado no VII Congresso Nacional de Excelência em Gestão, ATIVIDADE TURÍSTICA UMA NOVA ESTRATÉGIA PARA A GESTÃO PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, por Cintia Lopes Mendonça Velasco de Souza, (LATEC/UFF) em seu item IV:

"Atualmente a prática turística é incipiente no local, e apresenta grandes dificuldades para a recepção de um grande quantitativo de pessoas, carece de infra-estrutura na área de transporte, segurança pública, limpeza urbana, hospedagem.
Apesar do ingresso tardio no setor turístico, São Gonçalo tem a seu favor os atrativos naturais e histórico-culturais, que indiretamente serviram de base para este projeto; além de contar com a própria população gonçalense que vislumbra este cenário como uma oportunidade de complementar a renda mensal, ou mesmo, mais uma área de possível ingresso no mercado formal de trabalho.
Por fim, ainda que ao município de São Gonçalo falte percorrer certa trajetória para ser considerado um grande receptor de visitantes e investimentos na área, embora a “produção do lugar” ainda precise acontecer; o município dá sinais, via SECULTUR e a própria população, de que este pode ser um setor próspero, ou melhor, que tem este fim como objetivo. Porém, cabe frisar que o turismo não pode ser visto como a solução para todos os problemas econômicos e sociais; mas sim como um setor que somado a outros, possibilita uma economia mais sólida, como um diversificador econômico.
Encarado de forma planejada e responsável, a atividade turística pode sim acarretar frutos muito positivos para o município, sejam eles no âmbito econômico, social, ou mesmo na questão da estima da população gonçalense, ao reconhecer em seu município os atrativos que outrora procurava em outros." (Fonte: ATIVIDADE TURÍSTICA UMA NOVA ESTRATÉGIA PARA A GESTÃO PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO).

Conheça um pouco mais deste lugar acessando o vídeo ao lado.

Então, só nos resta aguardar e cobrar o cumprimento das metas estabelecidas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro junto ao Comitê Olímpico Internacional (COI) e que o Executivo da cidade devolva a população gonçalense seus pontos de lazer e turismo.

Marcelo Drumond
Vereador


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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Feliz Natal e Ano Novo!

Desejo a todos vocês: 

Um feliz Natal... 365 dias de felicidade; 52 semanas de saúde e prosperidade; 12 meses de amor e carinho; 8760 horas de paz e harmonia; Que neste novo ano você tenha 2014 motivos para sorrir.

Que possamos aquecer os nossos corações com o clima de natal e transmitir esse amor a todos que nos rodeiam

Natal somos nós quando decidimos nascer de novo, a cada dia, nos transformando. Somos o pinheiro de natal quando resistimos vigorosamente aos tropeços da caminhada. Somos os enfeites de Natal quando nossas virtudes, nossos atos, são cores que adornam. Somos os sinos do Natal quando chamamos, congregamos e procuramos unir. Somos luzes do Natal quando simplificamos e damos soluções. Somos presépios do Natal quando nos tomamos pobres para enriquecer a todos. Somos os anjos do Natal quando cantamos ao mundo o amor e a alegria. Somos os pastores de Natal quando enchemos nossos corações vazios com Aquele que tudo tem. Somos estrelas do Natal quando conduzimos alguém ao Senhor. Somos os Reis Magos quando damos o que temos de melhor, não importando a quem. Somos as velas do Natal quando distribuímos harmonia por onde passamos Somos Papai Noel quando criamos lindos sonhos nas mentes infantis. Somos os presentes de Natal quando somos verdadeiros amigos para todos. Somos cartões de Natal quando a bondade está escrita em nossas mãos. Somos as missas do Natal quando nos tomamos louvor, oferenda e comunhão. Somos as ceias do Natal quando saciamos de pão, de esperança, qualquer pobre do nosso lado. Somos as festas de Natal quando nos despimos do luto e vestimos a gala. Somos sim, a Noite Feliz do Natal, quando humildemente e conscientemente, mesmo sem símbolos e aparatos, sorrimos com confiança e ternura na contemplação interior de um Natal perene que estabelece seu Reino em nós.  

Obrigado Jesus! Por vossa luz, perdão e compreensão. Feliz Natal e um Novo Ano repleto de conquistas para todos vocês!

Marcelo Drumond
Vereador


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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Água: Da Abundância à Escassez.


Terra, planeta água! Cantada em prosa e verso este líquido tão valioso está deixando muitas cidades e estados em situação de alerta e com uma grande dor de cabeça!

É o caso da cidade de São Paulo que, de uns meses para cá, vem amargando uma triste situação com seus reservatórios cada vez mais baixos devido à estiagem de chuva. Não só o estado de São Paulo está preocupando seu governo e seus cidadãos.

O estado do Rio de Janeiro também está vivendo uma situação semelhante, pois mesmo com as chuvas (escassas) que têm caído o nível dos reservatórios do Rio Paraíba do Sul, o mais importante de nosso estado e que também banha os estados de Minas Gerais e São Paulo, chama atenção. É a maior seca dos últimos sessenta anos!

"Segundo Flávio Rodrigues do Nascimento, geógrafo e professor do Departamento e do Programa de Pós-graduação em Geografia da UFF, “em condições globais climáticas, com reflexos regionais, estamos passando por momentos de extremos: sejam de secas ou cheias. A irregularidade destes fenômenos vem se dando com força desde a última década. Temos que nos preparar para esta nova realidade ambiental. Os tomadores de decisão política, empresários, o estado, a sociedade civil e os outros agentes organizadores do espaço devem considerar esta uma questão atual, real e muito séria”. 

O professor, que também é autor do livro "O fenômeno da desertificação", explica que a intervenção humana acentua o desequilíbrio do meio ambiente. Segundo Flávio, o problema não está ligado apenas à contaminação dos corpos hídricos, do desmatamento das matas ribeirinhas e das florestas e do assoreamento de rios e reservatórios. Para ele, o desmatamento generalizado e a expansão agrícola em direção à Amazônia, afeta a dinâmica interativa entre superfície, atmosfera e oceanos. “Se engana quem pensa que a dinâmica ambiental não é interligada e que os impactos negativos atingem áreas distintas, em escala e magnitude. O sudeste, por exemplo, vem sofrendo não só com seus problemas ambientais citados acima, mas também com o avanço do rápido desmatamento da Amazônia. O governo tem sua responsabilidade, como agente maior, mas toda a sociedade é responsável. Especialmente agroindústrias e indústrias”, enfatiza." 

De acordo com ele o estado do Rio de Janeiro está despreparado, no que diz respeito à gestão de bacias e ao gerenciamento de recursos hídricos. Somos dependentes diretamente do rio Paraíba do Sul,um rio federal, motivo de disputa com o estado de São Paulo, o  que nos torna vulneráveis.

O professor reforça que, em caso de uma crise de abastecimento, a situação do Rio de Janeiro seria “muito mais complicada” que em São Paulo, devido à dependência de um rio federal e ao “despreparo histórico” que o estado tem no trato da água. “O abastecimento desigual que o sistema público hídrico promove, faz com que certas áreas sejam privilegiadas em detrimento de outras. Sendo assim, áreas mais carentes da cidade são mais vulneráveis e sofreriam de toda sorte os problemas advindos de uma crise desta monta, alerta."

Recentemente, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, noticiou que estaria pedindo a transposição da represa Javari, que alimenta o Paraíba do Sul, para o sistema Cantareira. O Diretor Presidente da ANA (Agência Nacional de Águas) afirmou que esta transposição estaria em vias de se viabilizar.
Professor Flávio acredita que, se a transposição do Paraíba do Sul for viabilizada, o abastecimento do Rio seria prejudicado. Ele explica que os níveis de vazão podem reduzir drasticamente em momentos de crise hídrica, como o que estamos vivendo agora. Em uma alusão, o professor diz que teríamos “uma mesma caixa de leite dividida para várias bocas". Um caminho apontado pelo professor é que o governo busque “alternativas urgentes e emergentes” sobre o manejo das bacias hidrográficas do Rio, especialmente, da Região Metropolitana. “Outra questão, igualmente importante, é que esta metrópole está entre as que mais consomem e desperdiçam água na América Latina. Rever os padrões e tipos de uso da água se faz necessário. Especialmente, devem ser desenvolvidos trabalhos de diversas montas para se evitar o desperdício”, ressalta.

A saída será que haja mais dias e melhores índices distributivos de chuvas para que a situação se
normalize. “Os barramentos indevidos de pequenos rios e afluentes, bem como a canalização inadvertida de nascentes, contribuem sobremaneira para esta situação níveis críticos, não só nesta represa, mais em muitas outras. Então, a recuperação de nascentes, o não represamento de afluentes, assim como a manutenção da vegetal são alguns dos elementos necessários para manutenção do ciclo hidrológico e produção natural de água”, aponta. Em outras palavras, Flávio defende que as ações humanas sejam  revistas, replanejadas e fiscalizadas para que nos momentos de crise, reservatórios como o de Itatiaia  demorem mais dias com águas acumulada acima de níveis críticos, que tem 30% como limite mínimo.
O professor atenta para o fato que serão necessárias ações conjuntas e integradas para resolver o problema. “Quando se faz a gestão de uma bacia, não só a questão da água deve ser observada. Mas também do solo, vegetação e outros recursos naturais, associados às tipologias de uso e ocupação do solo no espaço”, enfatiza.

Para o professor Jefferson Silveira, do Instituto de Geologia e Geofísica da UFF, utilizar a natureza a favor da preservação é um cuidado que pode ser tomado pelo homem. Uma iniciativa que pode ser executada nesse sentido é investir na captação da água da chuva, como exemplifica Jefferson. “Com tratamento, essa água pode se tornar potável. Uma política de incentivo de armazenamento de água de telhado vai ajudar a combater as enchentes também porque implica em reter a água e, se eu retenho água, posso armazenar essa quantidade e reaproveitar para lavar o carro e a calçada. É claro que passa por uma política de vontade do governo e de educação. Implica em planejamento, saneamento e transporte”, explica o professor. (Fonte Jornal do Brasil)
Marcelo Drumond
Vereador
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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Aposentadoria: Empresa Faliu... Sonho ou Pesadelo?

O trabalhador brasileiro leva décadas em contagem regressiva para sua tão sonhada aposentadoria, muito embora saiba que a remuneração que irá receber representará uma queda em seu padrão de vida e, provavelmente, terá que continuar a fazer ganhos extras para manter um orçamento doméstico.

Mesmo assim, a aposentadoria representa um ganho a que o trabalhador tem direito mas, a menos que sua vida profissional tenha sido por ele monitorada quanto ao recolhimento da empresa ao INSS, muitos se deparam com surpresas desagradáveis.

Uma delas é descobrir, justo na hora de se aposentar, que a empresa em que trabalhou por anos faliu.
É direito do segurado verificar, regularmente, o seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), para ver se as contribuições estão sendo feitas,  bem como deve monitorar se as contribuições ao INSS  estão em dia.
Isso porque, se tiver que fazer uma retificação, o melhor é fazer logo, porque será mais fácil obter as provas documentais e testemunhais.

Ao dar entrada no pedido de contagem de tempo de serviço para aposentadoria cabe ao empregado comprovar o vínculo trabalhista e à empresa, o recolhimento das contribuições (no caso do empregado ter vínculo de carteira assinada). Por isso, se o empregador não fez os recolhimentos, o empregado não deve ser penalizado.
Para efeito jurídico, a empresa pode ser autuada pela Receita Federal e, se o empregado comprovar que trabalhou, esse tempo deve ser computado para qualquer efeito.
A comprovação do período pode ser feita por meio de carteira de trabalho, recibos e contracheques, entre outros.

Perdeu sua carteira de trabalho? Então uma alternativa é buscar o extrato analítico do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprovar a existência do vínculo empregatício com a empresa.
Mas, mesmo assim, o trabalhador ainda corre um sério risco de o INSS não reconhecer o vínculo por conta da falência.
 
Segundo  especialistas no assunto, é uma transferência de responsabilidades, porque, se existe um registro na carteira de trabalho, o INSS não pode exigir que o segurado comprove que a companhia existe, ou que tenha recolhido suas contribuições.
Caso a empresa em que o funcionário trabalhava tenha falido sem que tenha havido baixa em sua carteira de trabalho, o segurado do INSS pode procurar o sindicato de sua categoria, que poderá fazer esse procedimento ou dirigir-se à Delegacia Regional do Trabalho (DRT), abrir um processo para conseguir a baixa ou ajuizar uma ação trabalhista e cabe à Justiça proceder a baixa na carteira profissional.

Portanto, é sempre de extrema importância averiguar as contribuições empresariais no decorrer de seu tempo de vínculo, guardar todos os documentos que comprovem vínculos empregatícios ou de contribuição ao Instituto Nacional de Seguridade Social para que, no momento certo, você possa dar entrada em sua tão sonhada aposentadoria sem que isso represente "dores de cabeça" para você!

Marcelo Drumond
Vereador
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Qual a Atribuição do Deputado Federal e do Senador?

Outro dia assistindo ao horário eleitoral constatei, através de perguntas feitas para os eleitores, que os mesmos não sabiam o que diferencia um Deputado Federal de um Senador, através de suas atribuições e achei que seria importante dar aos cidadãos este conhecimento para que possam, ao votar, estar conscientes de que os candidatos escolhidos estão aptos a desempenhar suas funções.

Nas próximas eleições estaremos elegendo o Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual. Vamos verificar quais as atribuições de um Deputado Federal e saber quais os requisitos necessários para se ocupar o cargo?

O Deputado Federal é o representante do povo, na integração da sociedade; a sua
representação tem nível de representação nacional, mesmo que estejam presos à sua base de sustentação política. Seu mandato é de quatro anos podendo concorrer a sucessivas reeleições. A idade mínima exigida são vinte e um anos. De acordo com a legislação em vigor cada estado tem uma representação proporcional a sua população, definida por lei complementar, porém com o número mínimo de oito e máximo de setenta Deputados por Estado, perfazendo um total de 513 Deputados.
  • Legislar e manter-se como guardião fiel das leis e dogmas constitucionais nacionais, inclusive podendo propor, emendar, alterar, revogar, derrotar leis, leis complementares, emenda à Constituição Federal e propor emenda para a constituição de um novo Congresso Constituinte;
  • Elaborar seu Regimento Interno;
  • Fiscalizar os atos do Poder Executivo;
  • Autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de estado;
  • Proceder à tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa;
  • Eleger membros do Conselho da República, nos termos do Artigo 89, VII.
Para assumir a cadeira de Deputado Federal é necessário:

  • Ter idade mínima de 21 anos;
  • Estar inscrito em algum partido político;
  • Ter nacionalidade brasileira;
  • Possuir domicílio eleitoral no Estado pelo qual está concorrendo ao cargo;
  • Ter pleno exercício dos direitos políticos, dentre outros.
O cargo de Senador é um grande diferencial dos outros. Ele é o encarregado de representar os Estados-membros da Federação e são eleitos diretamente, sendo que cada Estado é representado por três Senadores no Congresso Nacional. Assim, os Senadores representam os Estados Federados e não o povo diretamente. Os candidatos a este cargo deverão ter acima de trinta e cinco anos. Como os Deputados Federais eles têm a responsabilidade de zelar pelos direitos constitucionais do povo, julgar o Presidente da República e analisar e votar Projetos de Lei. Seu mandato é de oito anos e o Distrito Federal e cada Estado têm o direito de elegerem três Senadores, com mandato de oito anos, renovando-se a representação de quatro em quatro anos, independente de seu tamanho e população. Atualmente são oitenta e um Senadores. Para registrar uma candidatura ao Senado é preciso cadastrar dois suplentes. 


Quando um Senador eleito pelo voto do povo se afasta do cargo o primeiro suplente o substitui e, na impossibilidade deste, o segundo passa a ocupar a função. Por isso os "suplentes" são conhecidos como políticos sem votos. Portanto, devemos ter muito cuidado na escolha de nosso candidato ao Senado, tomando conhecimento e levantando a vida público-privada de seus suplentes, pois existe a possibilidade de que eles assumam o cargo.

  • Zelar pelos direitos constitucionais do povo;
  • Propor, debater e aprovar Leis de interesse nacional
  • Aprovar a escolha presidencial dos presidentes e diretores de empresas públicas, membros do Poder Judiciário e Diplomatas;
  • Autorizar operações financeiras externas e condições de crédito;
  • Fiscalizar o Presidente da República;
  • Avaliar e votar Projetos de Lei, dentre outros.
Espero ter contribuído para o esclarecimento de algumas dúvidas e caso queiram informações mais detalhadas é só clicar sobre as palavras Deputado Federal e Senador em destaque e serão remetidos ao sites do legislativo competente. 

Esteja consciente na hora de sua escolha e boa sorte!

Marcelo Drumond
Vereador
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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Aplicativos e programas que ajudam na hora de votar - Eleições 2014

No dia 5 de Outubro estaremos depositando nossos votos nas urnas para Senador, Deputado Federal, Deputado Estadual, Governador e Presidente da República.

Deixo aqui algumas dicas para os eleitores:

1 - Esqueceu de levar seu título de eleitor? Basta apenas saber onde é seu local de votação e apresentar um documento oficial com foto.

2 - Os eleitores que estão fora de seu domicílio eleitoral deverão justificar a ausência e para isso é necessário que saibam o número de seu título de eleitor.

3 - Esqueceu onde vota? Então acesse o site do Tribunal Superior Eleitoral que disponibilizou um sistema para consultas.

4 - Quer verificar sua situação eleitoral, se seu título está regular ou não, acesse o site do Tribunal Superior Eleitoral e faça sua consulta.

5 - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançará para as eleições deste ano três aplicativos para smartphones e tablets com o objetivo de aproximar a Justiça eleitoral do cidadão. Um deles - que está disponível para download  e  apresentará dados sobre candidatos de todo o país.

6 - Outro programa, ainda sem data definida para lançamento, utilizará a geolocalização para indicar o local de votação, além de apontar o melhor caminho para o deslocamento.

7 - O terceiro aplicativo, que funcionará somente a partir do dia da eleição, possibilitará ao eleitor acompanhar em tempo real os resultados do pleito.

8 - Os programas estarão disponíveis para os sistemas Android, iOS e Windows Phone. Na Play Store, o aplicativo sobre os candidatos já está disponível. A previsão é de que também esteja disponível na App Store.

9 -
O aplicativo sobre as candidaturas apresenta dados dos mais de 24 mil políticos que concorrem aos cargos de deputado distrital, estadual, federal, senador, governador ou presidente. O programa mostra a foto do candidato, nome completo, partido, coligação e vice ou suplentes, no caso dos que concorrem a governador, senador e presidente.

10 - No site sobre divulgação de candidaturas, entretanto, é possível encontrar informações mais detalhadas dos políticos, como bens declarados, certidões apresentadas à Justiça Eleitoral e previsão de gastos na campanha.

Fonte: G1 globo.com
 

Se você ainda não escolheu seu candidato a Deputado federal e vota pelo Estado do Rio de Janeiro, peço que conheça a trajetória política de meu pai, Dr. Dilson Drumond Nº 4012, e que possa lhe dar um "voto de confiança" nas próximas eleições.

Marcelo Drumond

Vereador


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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Eleições 2014: Principais perguntas e respostas para um voto consciente!

Com o término da Copa do Mundo aqui no Brasil têm início as Eleições 2014

Existe uma parte da sociedade que está insatisfeita com os rumos que a política tem tomado em nosso país e isto fica muito claro em nosso dia a dia e nas redes sociais. Estas pessoas pregam o "voto nulo", "em branco" ou "não comparecer" no dia das eleições. Esta não é a melhor forma de "protestar" e mostrar sua "insatisfação". Este não é o caminho!  É importante que todo cidadão busque informação sobre os candidatos que hoje ocupam cargos no legislativo ou no executivo, o que já fizeram em prol do estado/nação que os elegeu, se respondem a algum tipo de processo, se seus nomes constam na lista de políticos "ficha limpa" etc.

Se você, no decorrer deste tempo, confia no trabalho daquele a quem está destinando seu "voto" terá grande chance de ter feito uma boa escolha e contribuído para que nosso país possa tomar novos rumos, através de grandes conquistas para o povo brasileiro. Caso contrário, dê a oportunidade àquele a quem você também acredita na força de um trabalho e de suas intenções e princípios, a mostrar que mereceu seu voto.

Para que você possa ter em mãos um fácil acesso a informações que necessita ou para tirar suas dúvidas, consulte "Perguntas e Respostas - Guia do Eleitor" do Tribunal Superior Eleitoral

Acesse, abaixo, os links importantes e fique informado para votar de forma consciente nas próximas eleições:

1 - Maioria de votos nulos anula eleição?

2 - Se a maioria não votar a eleição é anulada?

3 - Entenda o que é voto em branco.

4 - Entenda o que é quociente eleitoral.

5 - Entenda o que é "Ficha Limpa".

6 - O que eu faço se não puder comparecer à votação?

7 - O que faço se não puder comparecer à votação e nem justificar a falta no dia da eleição?

8 - O que acontece se eu não votar e nem justificar a minha ausência?

9 - Haverá voto em trânsito nestas eleições?

10 - Capitais que deverão dispor das urnas especiais para "voto em trânsito".

11 - Relação nominal de gestores públicos que tiveram suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado nos últimos oito anos.



Marcelo Drumond
Vereador 


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